
Maio 9, 2008
Nos agarramos a certezas vis, formadas através de imagens puras refletidas nos projetos do nosso futuro. O tempo nos corrói, atravesa as janelas, as pessoas, as chuvas que nos regeneram e se engancha na pele, penetra fundo e não solta. A correnteza arrasta os pensamentos e os joga (indiferentemente) em escuros abismos.
e não há volta: só nos resta os braços macios da morte.











