“é preciso encontrar o que se perdeu no tempo, alcançar a voz dos ventos. entregar-se ao que se acredita e lá tocar a música mais bonita, navegar de encontro ao sol e aprender na vida a desatar os nós”.
Em andorinhas de alegria venho tentando resumir este correr das incidências, destas rebeldias, e a insolência alada que estes ícaros ímpios impõe-me ao adormecer.