“é preciso encontrar o que se perdeu no tempo, alcançar a voz dos ventos. entregar-se ao que se acredita e lá tocar a música mais bonita, navegar de encontro ao sol e aprender na vida a desatar os nós”.
Em andorinhas de alegria venho tentando resumir este correr das incidências, destas rebeldias, e a insolência alada que estes ícaros ímpios impõe-me ao adormecer.
Que lindo.
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Eu preciso de tempo! EStou precisando encontrar o tempo que se perdeu. O que se perdeu no tempo encontro depois, rs. Bjo